Perder de Vista

Perder de Vista (2007) estabelece um diálogo/contraposição entre a ideia de barreira (que se impõe ao espectador e exige deste uma ação para ver através dá, ou, na imagem) e a ideia de horizonte com imagens de paisagens vazias “a perder de vista”. O trabalho é composto de (a) imagens de paisagens que apontam a dureza de ações praticadas pelo homem em nome do bem-estar, a destruição implícita nos atos de construção e a relação que o homem estabelece com a natureza; e (b) do texto “hoje se pode ver tudo. Hoje se pode ver tudo?”.

A instalação do trabalho propõe instaurar reflexões sobre as ideias de barreira/impedimentos através do diálogo entre o espaço expositivo e o espaço urbano, pensando-os como contíguos.

Em 2008 o trabalho foi exposto no Museu do Cartaz, Solar do Barão, Curitiba-Pr e no X Salão Nacional Victor Meirelles do Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), Florianópolis-SC.